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Canção de uma safra mais antiga, de 98, tem uma inspiração nas mornas cabo-verdianas e uma letra melancólica mas não exatamente triste,
que aborda a falta de comunicação que afasta as pessoas, amantes ou não.
Canção alegre que canta o encontro, com tudo de mais casual e frágil que existe nele, já que por um "triz" tanto pode-se apaixonar como
perder um amor. O arranjo concebido pelo genial guitarrista Tuco Marcondes, flerta com o brega e o iê iê iê, e o resultado é deliciosamente
leve e despretensioso.
Parceria de Vanessa com o produtor do disco Zeca Baleiro. Com direito a shalalá nos vocais que abrem a musica, a canção brinca com várias
referências do pop e tem letra em inglês.
A simplicidade do arranjo ressalta a intensidade da letra e da melodia desta canção que divaga sobre a incerteza do amor
mas também sobre a esperança que ele carrega.
Canção composta entre 96 e 99, época em que a cantora e compositora viveu na Espanha, é um xote emocionado e sentimental, fruto da paixão
da artista pela música nordestina. Baleiro achou que a tristeza da letra ganharia beleza na voz sertaneja de Dominguinhos, que comenta a
certa altura da canção: "quanta dor!"
Poema da grande poetisa galega Rosalia de Castro, tem samplers misturados a elementos de inspiração flamenca, como os violões executados por
Zeca Loureiro e os vocalises da própria Vanessa.
Essa letra é pra dar um tapa de pelica naquelas pessoas cínicas que dizem que não se morre de amor. A melodia passional do Zeca completa o
ar descaradamente romântico dessa guarânia meio mambo, que tem violinos de cortar os pulsos tocados por Thomas Rohrer. Para afogar as mágoas
num boteco de quinta de beira de estrada.
Parceria com Danilo Moraes, vencedor do último Festival de Música da TV Cultura*. A temática da canção é o encontro e a possibilidade
dele não acontecer outra vez por um "triz". A música do Danilo parece flutuar como um anjo que paira observando as pessoas do alto, e o piano fluente
de Lucas Vargas traduz essa atmosfera com muita precisão.
Poema contundente de Sidônio Muralha, poeta português que viveu em Curitiba, presente de pré-estréia do meu amigo, o ator Ivam Cabral
em 2003. Que eu saiba a palavra caráter não é habitualmente usada em canção, mas eu me orgulho de cantá-la nesta canção, cada vez mais. O arranjo tem
toques de tango no acordeon que lembra Piazolla, e violões nervosos, como o teor do poema.
Brincávamos no estúdio, durante a gravação, que essa era a "bossa nova japonesa" do disco, por conta do clima meio eletrônico criado por Érico
Theobaldo. A letra, romântica/desiludida, versa sobre os clichês da separação, não sem também ironizá-los.
Uma amiga percussionista me encomendou uma canção que falasse em "tambor". Eu fiz mas ela acabou nunca escutando e a canção ficou inédita por
um bom tempo até que eu resolvesse gravá-la. O arranjo todo baseado em cordas e percussão leve suaviza a idéia original da música, que era
mais tribal.
Com letra minha e música do Chico César, foi gravada originalmente no disco "Respeitem meus Cabelos Brancos", quinto álbum de carreira do Chico.
Balada romântica, que batiza e encerra o disco.

Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny / Adélia Prado
Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny
Zeca Baleiro / Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny / Fernando Pessoa
Vanessa Bumagny
Marcio Faraco / Vanessa Bumagny
Chico César / Vanessa Bumagny
Vanessa Bumagny / Federico Garcia Lorca
Faixas Bônus
Chico Buarque de Holanda
Vanessa Bumagny / Jaime Gil de Biedma
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